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Autoestima está baixa? Saiba que isso pode ser culpa de um cabelo maltratado

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Hairstylist e visagista Bruno Oliver fala como recuperar o amor próprio ao cuidar dos fios

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ão é raro ouvir mulheres falarem que não estão se sentindo bem. Em alguns casos, o sentimento de negação pela aparência pode ser por conta de um cabelo que não possui a atenção necessária. De acordo com uma pesquisa feita em 2017 pelo Instituto Sophia Mind, empresa voltada para pesquisa e inteligência do mercado feminino, cerca de 37% das mulheres brasileiras estão insatisfeitas com seu cabelo. No mesmo cenário, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), realizou uma pesquisa em 2018 que fala sobre a pressão que mulheres sofrem com os cabelos, iniciada muitas vezes na infância. Tal cenário pode ocasionar uma grande emboscada com procedimentos de alisamento em busca pela tão sonhada autoestima.

O hairstylist e visagista Bruno Oliver acha que o motivo da grande procura por alisamentos é a maior praticidade e comodidade com os fios. “A procura por progressivas se resume a uma comodidade por parte da mulher. Acordar e dormir de cabelos lisos sem ter nenhum trabalho no dia seguinte é algo cativador, mas que pode acarretar danos posteriores, principalmente se a moça possui mechas no cabelo. A mulher pode escolher entre ser loira ou ter os fios lisos, mas jamais os dois juntos. A prática de alisar o cabelo quimicamente adicionada à química das mechas faz com que o cabelo fique fraco, opaco e pobre de nutrientes”, alerta Bruno.

Encontrar em si o amor verdadeiro é difícil. A rotina pesada e desgastante da maioria das mulheres brasileiras é prova disso. Geralmente, não sobra muito tempo para pensar em se cuidar, principalmente quando o assunto é cabelo e, por conta disso, Bruno acha que a melhor alternativa é tirar um tempinho para usar óleos capilares. “O óleo além de não ser tão caro tem um benefício gigantesco. Ele traz de volta o brilho e a água dos fios de uma forma sem igual. Outra dica para aquelas que querem melhorar a aparência do cabelo é maneirar nas ferramentas térmicas, como chapinha e babyliss. A curto prazo elas não danificam os fios, mas se usadas todos os dias, o cabelo pode sofrer danos irreversíveis”, fala o especialista.

Outro tratamento que está em alta é o cronograma capilar. Não se engane, muitas mulheres acham que só quem pode fazer o cronograma são aquelas que possuem cabelos cacheados e crespos que ficaram muito tempo nas mãos da química e agora decidiram assumir os fios naturais. O hairstylist fala que o cronograma pode trazer de volta o cabelo forte e com brilho. “O cronograma capilar se resume em três fases: hidratação, nutrição e reconstrução. O processo é feito com produtos específicos para cada tipo de cabelo, provando mais ainda sua eficácia. De fato, o cronograma pode salvar a vida dos fios.”, diz o hairstylist.

A dica de agora é para aquelas que estão infelizes com a quantidade de volume nos cabelos e não querem deixar as químicas de alisamento para trás. “A dica para mudar o visual de mulheres com muito volume e que fazem progressiva, selante e outros procedimentos de alisamento, é fazer um castanho iluminado, com avaliação prévia, já que não agride tanto os fios e permite que a mulher faça o alisamento sem peso na consciência”, conclui Bruno.

Antes

Depois

Serviço:

Oliver Salon – Brasília

Instagram: @brunoliversalon

www.facebook.com/Oliversalonbsb/

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